Beldades de Praia

Posted in Gatas with tags , , , , , , , on março 16, 2009 by chuteiras

Mais uma seleção das melhores gatas do litoral.
Confira!

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El Quemao – O risco da perfeição

Posted in News, Ondas e Picos with tags , , on março 12, 2009 by chuteiras

As Ilhas Canárias são o destino principal dos europeus durante o inverno. Elas são conhecidas como Hawaii europeu, tanto por suas poderosas ondas como por seu localismo.

O arquipélago é formado por sete ilhas. A mais conhecida mundialmente é a ilha de Lanzarote, que de uns anos para cá integra o calendário do circuito WQS, com uma prova de nível 6 estrelas.

Muito parecida com a ilha de Oahu por suas ondas, em poucos quilômetros é possível surfar diferentes estilos de ondas. El Quemao é a mais famosa delas.

Muitas vezes comparada a Pipeline por seus tubos cavernosos e às vezes até mais perigosa por não ter uma saída limpa de praia, aqui se levar na cabeça terá que sair chutando pedra.

Este é o verdadeiro desafio dos surfistas canários e europeus, que a cada inverno vêm passar uns dias pelas ilhas para escapar do intenso frio e enfrentar o “Pipe Canário”.

Alguns brasileiros resolveram criar sua bases em Lanzarote, como no caso do surfista franco-brasileiro Eric Rebiere, que comprou uma casa no pico e não perde nenhum inverno. Ele já pegou a manha da onda e virou um expert nos tubos quadrados, ganhando respeito dos surfistas locais.

Outro que também resolveu mudar-se para lá foi o carioca Gilmar, que mora de frente para a onda e não perde nenhum dia. A galera do tour quando vem pro WQS sempre fica na casa dele. Outro brasileiro que também vive por aqui é o paulista Mateus. Eu mesmo também já morei durante vários anos nesta ilha.

Outros brasileiros menos famosos também já passaram por aqui e todos provaram o sabor de uma das melhores ondas das ilhas Canárias e do mundo.

Outros famosos surfistas que já passaram longas temporadas em Lanzarote foram os australianos Rob Page, Gary Elkerton e Tom Carroll, além do americano Tom Curren. Todos na busca dos famosos tubos do Pipe Canário.

Nunca vou me esquecer da vez que um jovem surfista de apenas 16 anos chamado Dane Reynolds veio para cá tirar umas fotos. Ele deu um show de tubos no Quemao, parecia até um local, tamanha a facilidade de entubar-se.

O espanhol Aritz Aranburu, que hoje faz parte da elite do surf mundial, também desde pequeno vem para esta ilha treinar.

Este ano, no dia 1 de janeiro, El Quemao cobrou sua primeira vítima fatal. Um dos surfistas canários mais queridos, David Infante, mais conhecido como El Fula fez um drop atrasado e foi de cabeça contra as pedras. Morreu no ato. Um choque muito grande para toda a comunidade canária e internacional.

Aqui fica o recado: o mar é um jogo, mas temos que estar preparados para as conseqüências ao surfar ondas de enorme risco.

Visual surreal do expresso de El Quemao em meio à cidade.

Visual surreal do expresso de El Quemao em meio à cidade.

Eric Rebiere revela-se um grande conhecedor dos segredos canários.

Eric Rebiere revela-se um grande conhecedor dos segredos canários.

Tubo de 18 Segundos na Indonésia

Posted in Vídeos with tags , , , on março 12, 2009 by chuteiras

Provavelmente um dos tubos mais longos ja filmados!

Confira:

Tamanho não é documento

Posted in News with tags , , on março 4, 2009 by chuteiras

Conheça os detalhes da Deep Six, a prancha usada por Kelly Slater para vencer o Pipe Masters que chocou o mundo.

Quem acompanhou a campanha avassaladora de Kelly Slater até a conquista do sexto título no Pipeline Masters, na última semana no Hawaii, ficou ainda mais impressionado com a prancha utilizada pelo americano nove vezes campeão mundial. Em ondas que variaram entre 2 e 3 metros, enquanto a maioria dos competidores usou pranchas entre 6’3 e 6’8, Slater surfou com uma 5’11 totalmente diferente, com bico largo e rabeta estreita e uma combinação de quilhas pouco usual em competições – duas maiores na lateral e uma menor meio.

O modelo chama-se “Deep Six” e foi concebido pelo shaper Al Merrick em parceria com o próprio Slater. Os dois trabalham juntos há cerca de vinte anos e Merrick participou da conquista dos nove títulos mundiais do garoto prodígio da Flórida. Nos últimos anos, Slater passou a trabalhar também no desenvolvimento de modelos com o objetivo de contribuir na evolução do esporte, iniciativa que vem claramente dando resultados, principalmente para ele.

A “Deep Six” nasceu da combinação de dois modelos, uma 7’0 k-step com uma 6’0 k-board, depois de Slater estudar a fundo o software da máquina de shape da Channel Island e alguns fundamentos já estabelecidos sobre design de pranchas. O resultado foi o surgimento de um modelo de tamanho reduzido, que permite mais agilidade na onda e principalmente dentro do tubo, com medidas ajustadas especificamente para ganho de remada. A “Deep Six” mede 5’11 pés, com 18 ½ de meio e 2 ½ de espessura e rabeta round pin – com o wide point (ponto em que a prancha é mais larga) bem mais próximo do bico.

Com ela, Slater entrou com facilidade em ondas bem maiores do que o tamanho da prancha suportaria, ganhou agilidade para ajustar os movimentos dentro do tubo e sair com velocidade. Na bateria contra
Tim Reyes, na semifinal, isso ficou claro nas duas ondas que ele surfou e recebeu notas 10 e 9, saindo de uma combinação a dois minutos do termino da bateria, direto para a final. Na decisão, não teve trabalho para superar Chris Ward.

Além de conquistar seu sexto título no Pipeline Masters e sua 40ª vitória em etapas do WCT, quebrando dois recordes do esporte num só dia, Slater ainda deu aquela famosa “tacada de mestre” também em termos de marketing. No dia seguinte à sua vitória em Pipe, a Channel Island recebeu mais de 60 encomendas da “Deep Six”, que ainda nem está disponível no setor de vendas on-line do site da marca.

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Conexão Noronha X Teahupoo

Posted in News with tags , , , , on março 4, 2009 by chuteiras

Chegamos! Com bafo de cachaça, olheiras no rosto e cambaleando. Mas chegamos. Pensando bem… existe melhor maneira de terminar o carnaval do que de ressaca? Existe sim, poderíamos estar pegando altos tubos em uma ilha que fica logo ali, no Nordeste do Brasil. Clemente Coutinho nos convenceu totalmente que uma vida tranquila embaixo de um coqueiro pode valer muito a pena, e mostramos, em primeira mão, a galeria do que melhor aconteceu nas águas da Cacimba.

Dizem que apenas depois do carnaval é que o ano começa, ou seja, acaba a diversão, as férias. Andy Irons, cansado de vestir e desvestir as apertadinhas camisas de lycra, pediu “um tempo” para o tour mundial e resolveu curtir um ano de muita diversão e, consequentemente, onda boa. Tim McKenna, que é mais local que os próprios corais de Teahupoo, nos mandou um material alucinante de uma ondulação totalmente fora de época, em que Andy e alguns amigos mostraram como se realmente curte a vida sobre aquela bancada de coral.

O pior de tudo foi que teve gente que nem pôde pular o carnaval. Passou o feriado com a cabeça nas ações e investimentos, afinal o mundo anda em crise. E essa crise, como era de se esperar, já afeta o surfe. Aqui no Brasil um bom número de atletas, muitos deles consagrados em nível mundial, está surfando com a prancha toda branquinha. Quais são os motivos para isso? A Blackwater entrou em contato com surfistas profissionais e marcas para esclarecer um pouco dessa crise e como solucioná-la sem prejudicar o esporte.

Mesmo em tempos de crise, vale a pena gastar o seu dedo e folhear a nova BlackWater, totalmente gratuita na tela do seu computador!

Jihad tenta reação

Posted in News with tags , , on março 4, 2009 by chuteiras

Depois de perder na estreia com uma interferência, o paranaense Jihad Khodr luta para reagir no Quiksilver Pro 2009, etapa de abertura do World Tour 2009.

Na repescagem, Jihad enfrenta o norte-americano Tim Reyes. Nesta quarta-feira, mesmo com o mar repleto de caravelas e com ondas muito pequenas e deformadas pelo vento Nordeste, o surfista fez duas sessões de free surf no beach break de Duranbah.

“Quero muito reagir e estou aqui treinando para isso, mesmo num mar muito ruim. Vou com tudo na repescagem, estou mordido com essa derrota na primeira fase”, revela Jihad.

Na estreia, o paranaense até fez uma boa atuação nas difíceis condições do mar em “Dbah”, arrancando aplausos da plateia com dois aéreos bem altos de frontside.

Porém, uma interferência no experiente e competitivo australiano Kieren Perrow deixou o brasileiro em situação complicada.

“Achei que poderia ter vencido a bateria se não fosse a interferência. Conversei com os juízes e eles disseram que deram apenas 6 e tanto na onda do aéreo mais alto porque não iria mudar nada na bateria, já que eu tinha uma interferência e o Kieren ampliou a vantagem depois de somar um 6 e alguma coisa”, comenta o atleta.

Mesmo com a interferência, o surfista revelado em Matinhos ficou em segundo lugar na bateria, seguido pelo sul-africano David Weare, que também caiu para a repescagem.

Garotas curtem Gold Coast

Posted in News with tags , , , on março 4, 2009 by chuteiras

A falta de ondas na Gold Coast fez com que alguns atletas usassem o quarto dia da janela de espera para se divertir.

As brasileiras Jacqueline Silva e Silvana Lima, acompanhadas de amigos como a também surfista profissional Cláudia Gonçalves, foram até o Movie World, parque de diversões situado no caminho entre as cidades de Gold Coast e Brisbane, capital do estado de Queensland.

Com o slogan “Hollywood na Gold Coast”, o parque pertence à empresa Warner Brothers e tem como tema principal o mundo do cinema.

Depois de curtir um filme em formato 4D (quatro dimensões) e uma espécie de trem fantasma, a galera abusou das montanhas russas que rolam no parque.

Uma delas era aquática, e a outra, a mais emocionante de todas, suspensa com loop invertido (para o lado de fora dos trilhos).

Nesta terça-feira, às 16 horas (horário de Brasília), o programa Zona de Impacto, do canal Sportv, exibe uma reportagem especial sobre a diversão das atletas.