Surf Trip – Africa do Sul

Introdução

Jeffrey’s Bay é hoje um dos locais mais freqüentados por surfistas do mundo inteiro que vão em busca do paraíso escondido na África do Sul. Porém há uma abundância de picos perfeitos espalhados pela região sul da África do Sul, entre as cidades de Durban, Port Elizabeth e Capetown.

Ondas: de 3 a 18 pés

Quando: Março a setembro

Condições: Água fria.

O Local

No extremo sul do continente africano, entre os Oceanos Atlântico e Índico, a África do Sul impressiona por sua vasta área de 1.223.410 km2, por seu relevo geográfico marcado predominantemente pela cadeia montanhosa de Drakensberg com alpes acima de 3 mil metros que, junto às correntes oceânicas, provocam grande variação no clima: do temperado ao desértico, passando pelo tropical em algumas regiões.

Outras preciosidades sul-africanas são a sua flora com paisagem mediterrânea nas zonas costeiras, florestas tropicais ao longo dos rios, e a sua fauna com inúmeros tipos de aves, répteis e mamíferos pequenos e gigantes como os famosos elefantes, rinocerontes e búfalos.

O Surf

Ondas: 3 a 10 pés em grande variedade e perfeitas.

Quando: Março a setembro

Condições: Água fria.

Por estar localizada abaixo da linha do Equador, na África do Sul o verão ocorre entre Novembro e Março, ficando forte nos meses de Dezembro e Janeiro. O inverno acontece entre Maio e Agosto e traz chuvas leves à Capetown e à Costa Oeste. Geralmente as melhores condições climáticas e de swell ocorrem com a passagem de baixas pressões na costa e antecedem as frentes frias mais lentas. É então que os swells de sul aumentam e os ventos de oeste sopram leves.

A África do Sul tem forte potencial no surf e conta com ondas boas o ano todo. De Dezembro a Março, o swell é formado especialmente por ciclones tropicais. Nesses meses ondas excelentes quebram na costa nordeste perto da ponta do cabo e na costa sudoeste. De Abril a Agosto o surf é garantido. Os ventos offshores matinais formam ondas clássicas. Ventos de sudoeste nesses meses aumentam o swell criando boas condições e o início do inverno começa em Maio.

Suas direitas perfeitas se encontram em abundância na região sul (costa dos Oceanos Índico e Atlântico), especialmente entre as cidades de Durban, Port Elizabeth e a belíssima Capetown (Cidade do Cabo). Você pode optar por fazer um tour pelas 3 cidades, ou simplesmente ficar em Port Elizabeth e se entregar aos melhores reef breaks de sua vida.

Durban a Jeffrey’s Bay

Mizimpuni: Point break de direita bem manobrável.

Sharks point: Um forte point break de direita.

Ebalow: Point break com excelentes esquerdas.

Lwandile: Point break com direitas muito boas.

Whale Rock: Reef break rápido, curto e muito cavado.

Majuttpoint: Reef break de direita bem pesada.

Sharpleys Reef: Point break de direita com muitas pedras no fundo.

Ntlonyane: O pico mais constante da costa Transkey. Direita longa e tubular, parecida com Supertubes.

Hanepoort: Reef de direitas bem rápidas.

Sandy point: Point break de direita bem cavada e muito divertida.

Horseshoe Reef: Reef break de direita.

Jeffrey’s Bay (J-Bay)

Todas as ondas quebram sobre um reef de pedra vulcânica que percorre toda a extensão da praia de J-Bay. Quando o swell chega à casa dos 10 pés, cinco sessões formam ondas com cerca de 500 metros de extensão. Confira as principais.

Albatross: O primeiro pico de Jeffrey, longo e divertido.

The Point: Sessão consistente, longa e mais cavada.

Tubes: Direita curta que quebra próxima a The Point.

Supertubes: Sessão longa, rápida e muito tubular.

Impossibles: Sessão muito rápida, difícil de ser passada.

Boneyards: A sessão outside de Supertubes.

Magna Tubes: Point break de direitas muito divertidas.

Kitchen Windows: Direitas lentas que quebram sobre um reef no outside.

Claptons Coils: Point break de esquerdas em frente à boca do rio.

Cape St. Francis: Direita muito parecida com Supertubes. Famosa no filme “Endless summer”.

Seal Point: Point break com direitas muito longas.

Capetown a Jeffrey´s Bay

Vlees Bay: Point breaks de direitas.

Gourits Mouth: Direita cavada e rápida com fundo de areia.

Still Bay: Direita clássica e longa.

Victoria Bay: Point break de direita longa e manobrável.

Herolds Bay: Coral e areia formam uma ótima esquerda.

Mossel Bay: Uma variedade de picos que quebram com diferentes swells.

Outer Pools: Reef break de direita muito cavada e rápida.

Inner Pool: Direita muito divertida.

Santos Reef: Esquerdas (sweel de leste) e direitas (swell de sudoeste) curtas, rápidas e cavadas.

Dingdangs: Quebra só com grandes swells, melhor na maré seca.

Dicas

– Leve um bom long-john para agüentar a água fria e o vento da região.

– O ideal é se preparar com pranchas de 6’2″ a 7’2”.

– Essa é a terra dos animais selvagens, aproveite a oportunidade para fazer um safári inesquecível.

Confira algumas fotos:

Visão aérea de J bay

Visão aérea de J bay

J Bay em foto de 1984

J Bay em foto de 1984

uma das ondas mais tubulares da Africa

Cave Rock: uma das ondas mais tubulares da Africa

St. Mikes

St. Mikes

A onda mais Power da Africa?!

Dungeons: A onda mais Power da Africa?!

SNI encarando a bomba de Dungeons

SNI encarando a bomba de Dungeons

Kalk Bay Reeef é uma esquerda perfeita para bodyboarding

Kalk Bay Reeef é uma esquerda perfeita para bodyboarding

Kalk Bay em dia gringo - 1

Kalk Bay em dia gringo - 1

Kalk Bay em dia gringo - 2

Kalk Bay em dia gringo - 2

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